Ruanda surge como candidato a receber prova de F1

O Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, reuniu-se recentemente com o Ministro dos Desportos do Ruanda, Richard Nyirihishema, durante a semana da Assembleia Geral da FIA em Kigali, Ruanda. Este evento coincide com a crescente especulação sobre o regresso da Fórmula 1 a África, com o Ruanda a surgir como potencial anfitrião. Anteriormente, a África do Sul foi considerada, mas o recente compromisso do Ruanda com a Formula One Management posicionou-o como um candidato viável.
A reunião sublinhou o empenho do Ruanda em desenvolver as infra-estruturas do desporto automóvel e do turismo, alinhando com os objetivos da FIA de sustentabilidade, segurança e inovação. Um marco significativo foi o lançamento do programa Rwandan Automobile Club’s (RAC) Cross Car, concebido para tornar os desportos motorizados mais acessíveis, utilizando materiais de origem local para reduzir os custos.
Além disso, o Ruanda aderiu à coligação United Against Online Abuse (UAOA), demonstrando o seu empenho em promover um ambiente digital mais seguro no desporto. O Presidente da FIA, Ben Sulayem, elogiou a crescente influência do Ruanda no desporto automóvel, manifestando otimismo quanto ao futuro do desporto automóvel em África.
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Daqui a quantos anos? O Ruanda tem infraestruturas suficientes para acolher um evento destes? Não é só construir uma pista, são precisos hotéis e outros itens. Não queiram repetir o erro que foi a Coreia.
O Ruanda é um país que muito raramente surge nas notícias, o que, por um lado, é bom, significa que não tem havido chacinas, como no vizinho Uganda, nem catástrofes, mas quanto a desenvolvimento, pouco ou nada sabemos.
Pois… na zona só conheci o Burundi… mas apesar de já ter passado muito tempo, a “noticia” não deixa de ser surpreendente!
Atenção que o Ruanda não um “típico” pais africano…
Não terá as infraestruturas que um pais europeu ou americano tem, mas tem capacidade para criar condições para um bom evento.
Essa do típico país africano tem muito que se lhe diga. Eu, de África, só conheço Marrocos (e dispensava bem), mas, tal como nos outros continentes, cada país terá as suas características individuais.
Sou a favor de um GP em África, mas com condições (não precisam de ser luxuosas), agora se for para ter só por ter, não.
Já o tentei dizer aqui no meio da chacota geral há uns meses, mas não adianta. Preconceitos muito antigos.
Ou a experiência da India e ainda a “quase” experiência do Vietname…
O Vietname não sabemos como seria, mas a Índia não foi tão má como a Coreia. Lembro-me de ter lido um artigo do Luís Vasconcelos, talvez nos tempos do Autosport mensal, em que ele contava a sua experiência lá, incluindo as deficiências em termos de saneamento básico.
Acho que querias dizer a India. A Coreia do Sul é um país desenvolvido e tem boas infraestruturas!!
Não posso jurar, já que cito de memória, mas tenho quase a certeza de que era Coreia mesmo. O circuito era no meio do nada, com projecto para uma cidade à volta, que nunca aconteceu, com estruturas inacabadas.
Infelizmente, já não tenho nenhum Autosport, apenas guardo os Guia F1, pelo que não posso confirmar. E até estes acabaram… já não tivemos este ano.
Mas já viu onde está situado o circuito de Silverstone, Paul Ricard, Hockenheim, Mugello, Jerez de la Frontera, e tantos mais onde se inclui o de “Portimão”?
Nenhum circuito não citadino está muito próximo de grandes aglomerados populacionais, mas o caso da Coreia, por tudo o que li na altura, estava longe de tudo, quase não tinha hotéis e outras infraestruturas necessárias.
Porque é que pôs aspas em Portimão?
O Circuito da Coreia do Sul fica numa província (?) com cerca de 1/8 da área territorial de Portugal Continental e com cerca de 2 milhões de habitantes. Este país
tem das melhores redes viárias e de transportes a nível mundial. Pior é o Circuito de Portimão . Imagine que não tem carta de condução ou não quer pendurar- se no carro de outros. Como vai (p.e.) de Portimão ao Autódromo? A pé? “Por isso é que não vou “, é a resposta que tantas vezes ouvi dos algarvios.
Ia de burro, qual era o problema? 🙂 🙂 🙂
Falando a sério, conhece assim tão bem a Coreia do Sul, especialmente a zona onde estava o circuito? Eu confio mais na palavra do Luís Vasconcelos, esse esteve lá.
Hoje acede à distância a toda essa informação. Não é preciso ” conhecer assim tão bem”.
Pelo que vi. O GP da coreia era numa cidade do interior da Coreia do Sul. N é desculpa, a Coreia do Sul é um país super desenvolvido e com tecnologia de topo. Acho que houve falta de interesse dos políticos locais, talvez se tivesse sido organizado em Seul teria sido diferente, mas mesmo assim n é desculpa. A Coreia do Sul é um pais rico!
Não, era no extremo sul da península (Seul é no norte do país), uma área remota e a costa é muito recortada com muitas ilhotas, tornando o acesso difícil.
Com uma rede viária fantástica incluindo ligações às ilhas.
Acho que vou acreditar em ti em vez dos jornalistas que lá se deslocaram ou do Parlamento Sul Coreano onde este desperdício de dinheiros públicos foi discutido, tendo sido equacionado investigação criminal, e uma das razões do fracasso era a localização remota. Estão todos enganados. Garantia4, acreditem
Podem ler crónicas de vários jornalistas sobre o GP da Coreia do Sul: era um autêntico pesadelo. Era no meio do nada, sem acessibilidades, sem hotéis, as instalações estavam inacabadas e havia problemas como o saneamento que não funcionava. Julgo que foi aí que as equipas voltaram num ano e tinham os restos da comida do ano anterior à sua espera nos frigoríficos. Da India não me lembro do relatos. Acho que o problema era mesmo financeiro.
No Ruanda vão construir infraestruturas para além da pista, pagar a taxa do GP e depois ter aquilo às moscas como o Qatar?
Terá sido mesmo assim?
Certo, certo, é num evento de 6 horas de um campeonato mundial no Aut. de Portimão o único ponto de venda de comida e benidas fora da recta da meta às 12: 30 já não ter pão ( dá jeito para fazer sandes).
Não foi. Os jornalistas nem saíram de lá. O Garantia4 é que foi à Coreia. E depois desconversa sobre outra coisa.
Certo, certo é que semana passada acabou-se o pão na minha casa. Por mim isso era motivo para acabar com o GP de Las Vegas.
Ruanda?… Têm o Congo, Libéria, Sara ocidental, Sudão, Tanzânia, Chade, Madagascar, Somália, Iémen, … Etiópia, Guiné…
Portimão serviu para quê?
… E depois com 3 gp nos EUA, diz-se mal do Mónaco.
Cada vez pior
Comecem a olhar tb para a Coreia do norte…
Iémen? Em África?
Claro que não tal como a Coreia do norte…
… Já sei que o Iémen pertence ao sudoeste da península arábica e daí?!… Apenas “sítios magníficos” para receber um campeonato destes, que a bom da verdade, poderia ser bem melhor a nível de regras principalmente e decisões nalguns momentos cruciais.
Visto que foi o único país fora de África que mencionou naquele grupinho, pensei que era um erro de geografia. Como já disse antes, acho que deve haver um GP em África, para que seja um campeonato verdadeiramente mundial. Gostaria que voltasse Kyalami. Mantenho a minha desconfiança quanto ao Ruanda mas, pelo que pude depreender da cerimónia de entrega de prémios, eles têm lá um campeonato de ralis e com presença feminina, o que não acontece em outros países mais conhecidos. Quanto a Portimão, temos de esperar que a tão falada rotatividade aconteça mesmo, para haver uma hipótese de regresso.… Ler mais »
Com os valores que custa receber um GP Portimão em condições normais não entra na equação com ou sem rotatividade. Se Bélgica, Holanda, França, Alemanha têm dificuldades porquê Portugal?